Você sabe cultivar o que é bom? Por incrível que pareça, a maioria das pessoas não sabem cultivar suas forças interiores e é um dos maiores benefícios do meu método psicoterapêutico: trabalhar sua mente e suas emoções a seu favor. Por isso, este artigo de hoje aborda o tema: felicidade interiorizada: alimente sua força interior.
Você sente cansaço crônico? Sente-se fatigado por mais que tente descansar? Vem vivendo no modo sobrevivência com baixa criatividade? Tudo isso são reflexos de vazios emocionais. Assim como o corpo tem necessidades nutricionais, nossa alma e psique também precisa de conforto mental e emocional.
Descubra sua forca interior
Jung, fundador da psicologia analítica, aborda o desenvolvimento da forca interior como um elemento essencial ao desenvolvimento e crescimento humano. Nesse sentido, te convido a refletir: o que te da prazer? o que você precisa vivenciar em sua vida que gere naturalmente alegria, calma e forca?
Entretanto, porque tem pessoas que aparentemente tem tudo para serem felizes e não são? A resposta esta nas estruturas emocionais e mentais. Além disso, técnicas psicológicas e de atenção plena que aumentam suas experiencias positivas, incorporando a sua mente, cérebro e a sua vida.
O que são forcas interiores? São nosso combustível para a vida. Por exemplo: o bom senso, paz interior, serenidade, determinação, um coração generoso, compaixão, otimismo, inteligência emocional, tranquilidade, auto estima, resiliência, resistência ao infortúnio, regulação emocional.
No sentido psicológico e da psicologia positiva, as forcas interiores são traços estáveis, uma fonte permanente de bem estar e de ações inteligentes. Por exemplo, o modo como você sente e age, tanto ao longo da vida como em situações especificas se determina de três formas: seus desafios, sua vulnerabilidade diante dos desafios e suas forcas internas.
Para ilustrar imagine o desafio de um chefe critico, a vulnerabilidade do medo de desagradar. Nesse caso, forcas interiores como relaxamento, crenças de auto estima e auto confiança podem gerar regulação emocional. Entretanto, sombras como auto critica, medo de rejeição, reatividade emocional podem gerar crises de ansiedade levando ao desespero e arrependimentos.
Por que as coisas ruins parecem mais fortes que as boas?
A nível de sobrevivência, o cérebro humano esta sempre a espreita de desafios. Também chamado de “lei da selva”, deve-se ficar atento e não virar o almoço de ninguém. Freud abordou muito bem esse tema na obra “o mal estar na civilização”. Distanciado da amorosidade e sobrecarregado por obrigações, o cérebro acostuma-se a modos de vida negativos tendo em prol a sobrevivência.
A questão é que isso dói. Estar desconectado de si mesmo e não ter vínculos construtivos, que gerem sensação de admiração e pertencimento faz com que as pessoas se percam de suas forcas interiores. Fracas, vulneráveis psicologicamente, os instintos buscarão compensações imediatas, normalmente negativas a médio e longo prazo.
Dessa forma, o sofrimento também tem poder. As experiencias ruins, traumáticas, tristes produzem o alarme interno de “luta ou fuga”, o hipotálamo libera cortisol e outros hormônios do estresse. Com o passar do tempo, mesmo os perigos sendo alarmes falsos, a ansiedade aumenta e vem com com mais facilidade. Assim, sentir-se preocupado, magoado, irritado, estressado fragilizam todas as áreas da vida: financeira, família, conjugal, pessoal, espiritual. Por fim, instala-se o circulo vicioso do sofrimento e da negatividade.
Autoconhecimento para mudar: felicidade interiorizada
A tristeza e o sofrimento não vão embora ignorando-os. Quanto mais se negam e se reprimem os sentimentos, maior será a dor interna. Por isso, em psicologia junguiana, aprendemos a abraçar as dores e entende-las para que possam ser transformadas.
Para ilustrar, vou contar a historia da Maria (nome fictício). Maria terminou um relacionamento de 20 anos, teve um divorcio conturbado por disputas de bens, chegou na psicoterapia sentindo-se vazia e desesperada. Então, com autoconhecimento olhando sua historia de vida e praticas meditativas reencontrou um prazer antigo: correr. Quando Maria saia para correr, sentia-se livre. A partir desse sentimento positivo, através de métodos terapêuticos, a cada semana, Maria ia incorporando outras sensações boas. Em três meses de terapia já dizia estar aprendendo a ser feliz novamente.
A historia de Maria foi bastante dramática porem verdadeira como muitas pessoas que também enfrentam o luto amoroso. Ela buscou na psicologia junguiana se abrir para toda sua dor e ao mesmo tempo novas experiencias. O diferencial de fazer terapia junguiana é adquirir conhecimento e movimentar, fluir a mente consciente junto da inconsciente, integrando o mosaico da vida.
Quantas Marias você conhece presas na dor? Saiba que podes educar sua mente quando decidir. Tecnicamente, técnicas de interiorização e despertar de forcas interiores podem ser sempre incorporadas.
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